quarta-feira, 24 de maio de 2023
A LIBERDADE EM QUESTÃO
domingo, 14 de maio de 2023
PALAVRAS DO PAPA FRANCISCO, ONTEM, 13 DE MAIO, a propósito de lei da eutanásia
terça-feira, 9 de maio de 2023
Excerto do artigo «Oração, Palavra e Poder» de Joana Cavalcanti (9/Maio/2023)
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| Orquídea sapatinho |
«No momento, a primavera está connosco e nos oferece as mais belas flores e todos os verdes, independentemente da guerra, das lutas ideológicas, do pessimismo, do desrespeito pela vida e pelo outro e de toda a precariedade humana; pois a natureza cumpre os seus ciclos de vida tal como deveria ser.
Embora seja verdade que, até nisso, o ser humano tem conseguido interferir de forma negativa, agindo de forma violenta ao colocar em risco o equilíbrio ambiental e de muitos outros sistemas; ainda assim, é possível apreciar a vida de forma positiva. Buscar soluções que nos mantenham com ânimo pode ser uma das mais potentes estratégias de resistência contra tudo que nos desumaniza.»
domingo, 7 de maio de 2023
Palavras do Papa Francisco (27/3/2023)
sexta-feira, 5 de maio de 2023
UM POEMA
RETRATO AMORFO
Um pântano alaga os nossos dias à espera de um rio de águas
límpidas, transparentes, como os nossos corações expectantes,
ansiosos, destroçados talvez.Aqui, entre gritos de crianças e aranzéis de adolescentes irados
sem motivo, a nossa esperança vive
entregue ao ruído das notícias inconsequentes,
abismadas de razão, perdidas da justiça.
Há comentadores sem juízo, repórteres extraviados
da verdade, populistas ávidos de poder gesticulando incoerência,
ignorando a ética de ter consciência, ainda.
Imersos em refregas assentes no ódio,
recusam a harmonia das partes, como se fosse um delito,
antes fazem coros nos protestos, depois desencontram-se
como se quisessem a santa paz.
A voracidade dos canibais ergue-se, então.
Parecem abutres esfaimados a atingir o auge do desespero
e perdidos de si próprios.
Usam as largas asas como se fossem espadas de guerreiros medievais,
enlaçando os grasnidos dos acusadores na rua, como se as tivessem à mão.
E, rapidíssimos, incensam os altares do seu fictício poder.
Exibem os tentáculos de ágeis polvos,
acreditam derrotar o adversário fragilizado.
De braços despidos, cansados de se abrirem sobre rochedos inventados,
esbracejam, revoltados, proferem insultos,
e sobem, sem vigor, amortecidos, aos palácios onde regurgitam
e esperam reconquistar a imagem do maquiavélico Príncipe.
segunda-feira, 1 de maio de 2023
Acerca da CRISE TECNOLÓGICA, salientamos, pela sua atualidade, algumas palavras proferidas pelo Papa Francisco na Universidade Católica Péter Pázmány de Budapeste, Hungria (30/4/2023):
sábado, 29 de abril de 2023
ACERCA DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL (IA), DO TIKTOK OU DO INSTAGRAM e das suas consequências na humanidade:
domingo, 23 de abril de 2023
PASSAGEM DO ROMANCE INÉDITO "S. Joaquim - Uma Alma à procura de Deus" de Teresa Ferrer Passos no Dia Mundial do Livro
sexta-feira, 14 de abril de 2023
PARA A CONSTRUÇÃO DO AMOR
terça-feira, 11 de abril de 2023
NOTA DE LEITURA SOBRE O LIVRO «O PORTUGUÊS VISTO POR (ALGUNS) PORTUGUESES» DE MARCELLO DUARTE MATHIAS (Editora D. Quixote, 2022)
sexta-feira, 7 de abril de 2023
DOSSIER PÁSCOA/2023
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| Jesus Cristo Mosaico da Basílica de Santa Sofia, Estambul, Turquia |
«Vai chegar a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores hão-de adorar o Pai em espírito e verdade, pois são esses os adoradores que o Pai deseja. Deus é Espírito e os Seus adoradores em espírito e verdade é que O devem adorar.»
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VEREDICTUM
Vejo. Além, a cruz esvaziada. Onde está Aquele que a habitava de braços abertos para receber o pecador redimido? Retiraram-no, estava a mais, não podia estar ali à espera de convertidos ou a chamá-los para se converterem. Convertidos para quê? Todos unidos não precisam mais de um salvador. Todos unidos salvam-se. Para quê um salvador? Não há já nada para converter. A natureza não se converte, os animais não se convertem. Para quê converter os seres humanos? Para quê? Converter-se, pertence a outros tempos, oh séculos passados, oh gerações onde reinava a ignorância. Hoje, nós não precisamos que nos ensinem nada, não precisamos de corrigir nada, não há nada para emendar. Atingimos a perfeição, o absoluto mora em nós e tudo o que fazemos é sagrado, abençoado pelo Pai, o Pai gosta de nós mesmo assim, mesmo sem nos aproximarmos d'Ele, como outrora se escrevia nos Evangelhos, nas cartas dos santos, nas leis irrisórias que nos fazem rir, nos nossos dias, às gargalhadas. Como, se é só preciso cada um, ser como é, cada um ser aquilo que quer, obedecer à sua vontade e só a ela. Não é preciso pensar, sequer pensar se o que faz, é bem ou é mal. Afinal, não pode haver fronteiras entre um e o outro, bem e mal. Confundidos, são uma só realidade, uma só verdade. O que cada um faz é indiscutível, não interessa ser bem ou mal, tudo é e tem de ser considerado belo. Tudo é belo, mesmo o feio. Só é preciso ser feliz, cada um à sua maneira, sem critérios, sem ética, sem sujeições à moralidade. A moral morreu. Paz à sua alma que morreu dentro de si apagada por uma sociedade que se venderá aos robots de inteligências artificiais, em breve. O mundo, estamos já no dealbar de um novo mundo. Declaramos a morte da espiritualidade, do sentido do bem e do sentido do mal. Agora somos radicais, não vamos cair na falácia dos conceitos de bem e de mal, não vamos seguir as ideias distintas com que até Descartes sonhou. Queremos a democracia, o poder do povo, soberano e radical, sem transigência, sem condescendência, com a força do irracional, com a brutalidade da ira. Não pactuamos com os que se não reconhecem nos nossos caminhos, deixemo-los soçobrar, cair de cansaço, submersos em leituras de vida que não são as nossas. Porque eles têm de ser apagados do mundo sob o peso dos nossos caprichos infalíveis, imortais.
Sexta-feira Santa (7/Abril/2023)
Teresa Ferrer Passos
domingo, 26 de março de 2023
Breves passagens do artigo publicado em Pastoral da Cultura (21/3/2023) de Domenico Marrone in «Settimana News » intitulado "Sínodo: A Igreja nasceu e renascerá dos debates. É preciso libertar a palavra e encorajar o pensamento":
sábado, 18 de março de 2023
Duas Memórias de CAMILO
A propósito do nascimento de Camilo Castelo Branco em Lisboa, a 16/Março/1825)
terça-feira, 7 de março de 2023
ABUSOS SEXUAIS SOBRE MENORES
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| D. Nuno Almeida Bispo Auxiliar da Diocese de Braga |
Afirmações do bispo auxiliar da diocese de Braga, D. Nuno Almeida, em texto de 6/3/2023:
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2023
BREVE PASSAGEM de «UM CIENTISTA E UMA FOLHA DE PAPEL EM BRANCO», 2ª EDIÇÃO
Acaba de ser publicada a 2ª edição de «Um Cientista e uma Folha de papel em Branco», Hora de Ler, Leiria, 2023. Eis um pequeno excerto (pp. 74-75):
« - Também não quero morrer quando a morte chamar por mim. Não quero morrer precisamente nesse instante; vou inventar castelos de palavras com paredes de róseo mármore e altas torres de granito feitas de raras sintaxes e montanhas de sentidos e de ideias em direções infinitas. Vou tornar a minha vida um pouco semelhante ao mar. Construir mesmo os sonhos nunca pensados antes; torná-los tão visíveis como a minha visibilidade de corpo. Tudo poderá ser apenas uma gruta ou um tugúrio, mas as palavras os tornarão grandes. Serão florestas intermináveis ao longo de planaltos abandonados pelos deuses»
Teresa Ferrer Passos
sábado, 25 de fevereiro de 2023
LANÇAMENTO EM HUELVA, ESPANHA, A 9 DE MARÇO
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| Alcantarilha antiga do pintor Inácio de Mendonça |
Foi apresentado em Huelva, Espanha, a 9 de Março, «EL LIBRO DE POSEÍDON O MI ALMA DE AUSENCIAS» do Poeta Manuel Neto dos Santos:
domingo, 19 de fevereiro de 2023
No 29º aniversário do nosso casamento
Mas podeis ver à transparência
Um futuro à beira de chegar
Feito de amor e paciência.
Há já andaimes que se elevam
Preparando a nova construção.
Da terra ao céu, urgência é o que levam,
Mas a pressa não convém à perfeição.
Esperai e vede, à luz da transparência,
O edifício que se ergue devagar.
Não vos falei em paciência?
Vereis no fim como foi bom esperar…
MEMÓRIA de JACOB e RAQUEL
Do romance inédito, em elaboração, São Joaquim, uma alma à procura de Deus:
«Com a criatividade à sua beira, esculpia-se a energia da paixão, tão semelhante e tão diferente de um para o outro. Abismados de espanto, olhavam o céu coberto de aves esvoaçantes e clamavam, a cada instante, pelo amparo do Altíssimo, que os habitava, sem disso se aperceberem de verdade. Mais próximos um do outro do que de todas as outras criaturas, pela sua natureza, pelos seus atributos, pela espontaneidade das suas vontades, pelas suas pessoas diversas e a imaginar os caminhos da comunhão, como se nada lhes fosse estranho e, na verdade, tudo lhes fosse irremediavelmente estranho; o amor vagabundo que os nutria e que se refletia tantas vezes no vago olhar, criava à sua volta um mágico jardim, jardim feito de perfumes de mil flores que desconheciam o que era mais do que um sonho em vigília.»
Teresa Ferrer Passos
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2023
DEVASTAÇÃO DAS ALMAS
MEMÓRIA BREVE DE UM TERRAMOTO






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