Suécia, Finlândia, Noruega, França, Itália e Dinamarca passaram a questionar os efeitos da digitalização precoce sobre o aprendizado. A mudança não nasceu de uma simples preferência pelo passado, mas de estudos que associam o uso de papel e lápis a uma melhor retenção de informações, maior capacidade de concentração e compreensão mais profunda dos conteúdos.
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