A CPLP, como o Dr. José Luís Carneiro escreve, ontem, no Linkedin, não deve ser secundarizada nas opções estratégicas do nosso país, como país que colonizou, durante séculos, grandes países africanos como Angola, Moçambique, Guiné, Cabo Verde, S. Tomé e Principe, entre outras regiões. Entre 1994 e 1996, lancei em Lisboa ( sob os ortónimos Teresa Bernardino Passos/Teresa Ferrer Passos) a revista "Gazeta de Poesia do Mundo de Lingua Portuguesa", em que atribuí grande destaque à CPLP e à sua importância como perpetuadora da Língua Portuguesa no mundo. A CPLP, como o Dr. José Luís Carneiro escreve, ontem, no Linkedin, não deve ser secundarizada nas opções estratégicas do nosso país, como país que colonizou, durante séculos, grandes países africanos como Angola, Moçambique, Guiné, Cabo Verde, S. Tomé e Principe, entre outras regiões. Entre 1994 e 1996, lancei em Lisboa ( sob os ortónimos Teresa Bernardino Passos/Teresa Ferrer Passos) a revista "Gazeta de Poesia do Mundo de Lingua Portuguesa", em que atribuí grande destaque à CPLP e à sua importância como perpetuadora da Língua Portuguesa no mundo. A CPLP, como o Dr. José Luís Carneiro escreve, ontem, no Linkedin, não deve ser secundarizada nas opções estratégicas do nosso país, como país que colonizou, durante séculos, grandes países africanos como Angola, Moçambique, Guiné, Cabo Verde, S. Tomé e Principe, entre outras regiões. Entre 1994 e 1996, lancei em Lisboa ( sob os ortónimos Teresa Bernardino Passos/Teresa Ferrer Passos) a revista "Gazeta de Poesia do Mundo de Lingua Portuguesa", em que atribuí grande destaque à CPLP e à sua importância como perpetuadora da Língua Portuguesa no mundo.
18 de Julho de 2026
Teresa Ferrer PassosO DEBATE SOBRE O ESTADO DA NAÇÃO teve ontem início com uma espetacular apologia do atual Governo pelo próprio Governo dirigido por Luís Montenegro. O Debate sobre o estado da nação deveria começar sempre pelos parlamentares a representar, pelos seus partidos, o sentir do estado da nação. Contudo, não é assim. Estes, são relegados para o fim do Debate, Debate esse ainda não iniciado. afinal. Como podem os representantes da nação debater um imbatível discurso, não pela força e veracidade absoluta de todas as suas afirmações, nem pelos seus, por vezes encomiásticos argumentos, a favor de medidas ou dos seus ministros? Para fazer um Debate exaustivo do estado da nação, o Primeiro Ministro deveria respeitar, em primeiro lugar, as posições assumidas pelos representantes da Assembleia da República, representantes maiores da vontade do Povo Português. Só depois, lhe seria legítimo responder a todas as censuras ou elogios que lhe fossem dirigidos.
17/Julho/2026
Teresa Ferrer Passos