Fátima, 1917
segunda-feira, 15 de março de 2021
Passagens de... «STABAT MATER» (7)
sábado, 6 de março de 2021
POEMA INÉDITO:
domingo, 28 de fevereiro de 2021
Passagens de... STABAT MATER (5)
Teresa Ferrer Passos, Stabat Mater - Contribuição para o Estudo de Maria, Hora de Ler, Leiria, 2020, pp. 139-140.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021
Poema Inédito 1
![]() |
| Teresa e Fernando na igreja de S. Nicolau, Rua da Vitória, Lisboa |
Poema inédito 2
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021
A palavra Deus
sábado, 13 de fevereiro de 2021
Passagens de... STABAT MATER (5)
![]() |
| Primeira imagem de Nossa Senhora (1920) da autoria de José Ferreira Thedim, santeiro da Trofa, colocada na Capelinha das Aparições |
UM ACONTECIMENTO
1. FÁTIMA, 1917
1.1- Três crianças da serra d'Aire
«O papel de Lúcia era o de intermediária, pois bastava transmitir o essencial do que lhe era comunicado. Não era preciso que Lúcia conjeturasse nada. Não era preciso que pensasse alguma coisa ou que soubesse pensar sobre as coisas de Deus. Devia apenas testemunhar, como uma criança testemunha. Dizer o que escutara tal e qual. As palavras ditas simplesmente, sem frases desnecessárias, excessivas, como os adultos gostavam. O que vira e ouvira devia ser dito a todos aqueles que conhecesse. Sem interpretações de sentido. Tudo dito de modo espontâneo, transparente, sem subterfúgios, como as crianças fazem. Dizer a verdade.
Para Jesus e para Maria, Sua Mãe, não era preciso pensar, era preciso ver. Ver e ouvir a mensagem para ensinar a amar aqueles que eram maus, que não amavam, antes odiavam. Tudo se resumia em amarem aqueles que desobedeciam à vontade de Deus. E, para amá-los de verdade não era preciso pensar. Aqueles que amam, não pensam que é preciso amar. Porque se pensassem, não amavam na perfeição. Apenas pensavam que amavam. Porém, não amavam como Jesus queria que fosse o amor.»
Teresa Ferrer Passos, Stabat Mater – Contribuição
para o Estudo de Maria, Hora de Ler, Leiria, 2020, pp.117-118.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2021
Fim do holocausto, em 27 de Janeiro de 1945
segunda-feira, 25 de janeiro de 2021
Passagens de...
quinta-feira, 14 de janeiro de 2021
UM POEMA PARA...
terça-feira, 12 de janeiro de 2021
Passagens de...
STABAT MATER (2)
A Anunciação a Maria: o instante único
quinta-feira, 7 de janeiro de 2021
Homilia do Papa Francisco a 6/1/2021 (Dia de Reis)
Num Lar de Idosos...
segunda-feira, 4 de janeiro de 2021
Passagens de...
quinta-feira, 31 de dezembro de 2020
Publicação, em 2020, de «Stabat Mater» (ensaio teológico-literário)
quinta-feira, 24 de dezembro de 2020
sexta-feira, 11 de dezembro de 2020
DOSSIER
NATAL 2020
| O nosso presépio |
«E mais alto, as estrelas. Novas. As estrelas do País da Dor.
Lentamente, a Lamentação nomeia-as: - Olha,
olha: o Cavaleiro, o Bastão e a constelação mais cheia
a que chamam Coroa-de-Frutos. Depois, mais além, perto do [pólo:
Berço; Caminho; O Livro Ardente; Boneca; Janela.
Mas no céu do Sul, puro como no interior
de uma mão abençoada, o "M" que brilha tão claro,
e que significa as Mães...»
Excerto da 10ª Elegia de Duíno in Rainer Maria Rilke, As Elegias de Duíno, Assírio & Alvim, 3ª edição, 2020, pág.115.
Tu! disse a voz sem som
O olhar que amas ao espelho
nada vale,
pois deve ele apagar-se
defronte ao que te peço
Olha os meus dedos:
não sou eu que peço:
é Ele
que te ordena
O eco que não sentes:
nada vale,
resta-te só dizer
em mim se faça
(E fecha o livro
porque os livros
não prestam)
Ana Luísa Amaral, Ágora, Assírio & Alvim, 2ª edição, 2020, pág. 17.
Desde há dias que te espero
e não sei de onde vens nem como és.
Vejo-te numa flor,
mas tu és o humilde tojo do monte.
Vejo-te no mar,
mas tu és a discreta gotícula de água
molhando a terra.
Vejo-te na imponente tempestade,
mas tu sopras leve e passas.
Espero-te
e tu existes dentro de mim
a cada instante.
Carlos Lopes Pires, O Livro dos Salmos (poemas de redenção e nada), ed. Autor, Leiria, 1994 pág. 45.
CHRISTO
«Minha mãe, quem é aquelle
Pregado n'aquella cruz?
- Aquelle, filho, é Jesus...
É a santa imagem d'elle!
«E quem é Jesus? - É Deus!
«E quem é Deus? - Quem nos cria,
Quem nos manda a luz do dia
E fez a terra e os céos;
E veio ensinar à gente
Que todos somos irmãos,
E devemos dar as mãos
Uns aos outros irmãmente:
Todo amor, todo bondade!
«E morreu? - Para mostrar
Que a gente pela Verdade
Se deve deixar matar.
João de Deus, Campo de Flores - Poesias Líricas Completas, Edição Authentica e Definitiva, Lisboa, Imprensa Nacional, 1893, pág.372.
AGNUS DEI
À amiga Teresa Bernardino [ortónimo de Teresa Ferrer Passos]
Quando o sol à tardinha deixa a cruz
Do vasto firmamento desmedido,
A noite vem cantar ao meu ouvido
Um salmo que, de tão calmo, seduz...
Meus acerbos de ateu, onde é que os pus?
Manuel Neto dos Santos, Trovas de um Homem da Terra, Edição de Autor, 1991, pág. 12.
O IMPOSSÍVEL, FAÇA-SE EM MIM
dum instante:
“Nada é impossível,
tudo o que acontece é irreal,
Tu és a cheia de Graça”.
“Faça-se em mim o impossível,
porque a Ele conheço-o,
está dentro de mim, percorre-me
o sangue, a voz e sinto que o seu
silêncio mora em mim”.
Ficou sozinha. Meditou:
Aquele que está fora de mim, sinto que
a esse não posso amar, não o conheço,
não passa pelo meu dentro
profundo, distante, indizível.
"Faça-se em mim o impossível".
22/12/2020
Inédito de Teresa Ferrer Passos
quinta-feira, 10 de dezembro de 2020
A POESIA
terça-feira, 8 de dezembro de 2020
A CULPA DA MULHER
![]() |
| A Imaculada do Escorial de Bartolomé Esteban Murillo (1617-1682) |















