Mostrar mensagens com a etiqueta Planeta Joyce 8. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Planeta Joyce 8. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Diálogos novos...


«Físico R4 - A nossa estação orbital pode estar a ser vítima de um ataque conjunto de países com uma ideologia diferente da nossa! podem querer acabar com a nossa civilização globalizante e, assim, utilizarem astros e vegetais ou máquinas e até o próprio conceito abstracto do tempo…

Matemático H30 - Ah, ah! como se o tempo fosse convertível em alguma coisa material… e conseguem, com os seus estratagemas, aparentar uma realidade concreta onde se encontra apenas uma de natureza espiritual, como é o caso do pensamento.

Informático E11 - Pela primeira vez, surgem no ecrã, e precisamente na maior auto-estrada de informação planetária, objectos, máquinas e astros conversando entre si e, desse modo, transgredindo pela primeira vez, todas as leis da física, da biologia, da engenharia tecnológica e do próprio mecanismo cerebral humano!»

(Do romance de Teresa Ferrer Passos, Planeta Joyce 8,
1ª edição, Harmonia do Mundo, 2007, pp.61-62)

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

A ocultação do tempo...



«(a personagem) Tempo 01 -  Um mar sem direcção sou eu e também sou aquele que tudo envolve e ninguém conhece, até mesmo nos domínios do Império da Vigilância Superior, em que há máquinas para desocultar as mais pequenas coisas ou os mais escondidos segredos que habitam o pensamento da gente humana! por isso, tudo o que sinto ou quero, parece desintegrar-se de mim, como se tudo o que me respeita fosse toda uma ocultação, como se nada me pertencesse, apesar de tudo ser meu...»
                  
                               Teresa Ferrer Passos, Planeta Joyce 8, Harmonia do Mundo, 2007, p. 24.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Ecrã mágico


«Fora da esfera do ecrã mágico , a sociedade era imunda. Só a muito poucos era ainda possível dialogar fora das suas fronteiras. O ecrã assumia-se como o veículo em que podiam confiar; era mesmo um verdadeiro espelho, em que cada mensagem ganhava a dimensão décima sétima do sagrado, como se fosse a vida ou a eternidade»
Teresa Ferrer Passos, Planeta Joyce 8,
2007, pág. 90.