domingo, 3 de abril de 2022
Episódio da mulher adúltera (Jo 8, 2-11), abordado com grande agudeza pelo Papa Francisco, na homilia da missa em Malta
quarta-feira, 30 de março de 2022
POEMA INÉDITO
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| Rochedos na praia de Armação de Pêra |
A madrugada despe-se dos medos.
Vejo-a pela praia entreaberta,
Quase ao alcance dos meus dedos,
Já só coberta
Por translúcidos sussurros e segredos.
A brisa está alerta
E a água que corre entre os rochedos
Aguarda a hora - imprevisível e contudo certa -
Em que os meus sonhos serão como brinquedos
Nas mãos da luz então por fim desperta.
Fernando Henrique de Passos, Revista «DiVersos - Poesia e Tradução», nº33, outono-inverno de 2021-22, pág. 69.
Julgar alguém...
sábado, 26 de março de 2022
Consagração da Rússia e da Ucrânia ao Imaculado Coração de Maria
A partir de Roma e de Fátima, a RÚSSIA e a UCRÂNIA foram consagradas ao IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA pelo PAPA FRANCISCO - 25 de Março de 2022
quinta-feira, 24 de março de 2022
A guerra
Toda a tragédia derrete como a neve no alto das montanhas, e depois esconde-se num largo mar.
23/3/2022
segunda-feira, 21 de março de 2022
IMPRESSÕES 2
DA GUERRA OU A INQUEBRANTÁVEL AGONIA
sexta-feira, 18 de março de 2022
IMPRESSÕES 1
"ESTÁ DENTRO DE TI" (Pormenor da guerra na Ucrânia)
terça-feira, 15 de março de 2022
Acerca do mal e do bem ou do sofrimento, na existência humana
terça-feira, 1 de março de 2022
A ambição é a espuma vã de nada.
28/2/2022
Escrever é como uma catarse que nos ajuda a suportar as nossas interrogações sobre os mistérios da vida.
Há gente que nasceu para a paz, mas, afinal, verificamos com os nossos próprios olhos que, só nasceu para fazer correr o sangue e a dor e as lágrimas de inocentes.
sábado, 19 de fevereiro de 2022
28º aniversário do nosso casamento
Logo pela manhã, recebi do Fernando esta prendinha alusiva ao nosso dia de casamento, em 19 de Fevereiro de 1994; um poema a transmitir o encantamento do nosso amor, a que não escapa a sua sempre maravilhosa expressão rítmica:
A NOSSA CASA É A CASA DO AMOR
Vivemos na casa do amor.
Aqui não se conhece a abundância,
Teresa Ferrer Passos
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022
POEMA INÉDITO:
| camélia da nossa varanda |
terça-feira, 8 de fevereiro de 2022
Uma página de António Cândido Franco, em mais uma das suas excelentes biografias. A última que lemos, sobre o Poeta Mário Cesariny.
| António Cândido Franco (1992) |
terça-feira, 18 de janeiro de 2022
«Lâmpada para os meus passos»
sexta-feira, 14 de janeiro de 2022
POEMA DE ANIVERSÁRIO
| Fernando, em 2004, no recém estreado apartamento em S. Braz de Alportel |
FOI MAIS INTENSO
No dia dos anos do Fernando
E o real sonho de um instante
brotou e teve vida e não sossego.
O ar foi mais intenso. Uma ventania
inquieta embrulhou o teu corpinho
desengonçado e cheio de um impulso
abafado pelos choros em turbilhão.
Foi quando o silêncio crivou
a esfarelarem o tempo e a diferença,
o tempo desamparado, fugaz ainda,
o tempo a perpassar
14 de Janeiro de 2022
Teresa Ferrer Passos
sexta-feira, 17 de dezembro de 2021
NATAL /2021
| Nascimento de Jesus, em Belém |
DAS PRIMEIRAS PROFECIAS MESSIÂNICAS (SÉCs. VIII a.C. - VI a.C.)
segunda-feira, 29 de novembro de 2021
sexta-feira, 19 de novembro de 2021
MEMÓRIA na morte do poeta ANTÓNIO OSÓRIO (1/8/1933-18/11/2021). Aqui deixamos um poema do livro «A Ignorância da Morte», Edição de Autor, 1978:
quinta-feira, 11 de novembro de 2021
sexta-feira, 5 de novembro de 2021
POEMA INÉDITO
POEMA INÉDITO
quinta-feira, 4 de novembro de 2021
Dia de Finados
sexta-feira, 29 de outubro de 2021
POEMAS-MEMÓRIA
domingo, 17 de outubro de 2021
Amanhã, a literatura?
quarta-feira, 13 de outubro de 2021
Lembrando o 13 de Outubro de 1917
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| Representação da Santíssima Virgem Maria, sua mãe e seu pai, Santa Ana e S. Joaquim. Pintura de Francisco Zurbarán (1598-1664) |
domingo, 10 de outubro de 2021
MEMÓRIA do advogado José Jacinto Bernardino (1888-1962) no aniversário da sua morte
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| Da direita para a esquerda: avô, pai, eu e avó |
Ao meu avô paterno
Naquele dia outonal, na pequena Alcantarilha,
a mãe mostra o filhinho e logo um voto formula:
hás de servir a Deus, abençoado menino,
hás de ser padre, se tal honra me for dada.
o direito, a lei, a justiça, iam um dia desviá-lo.
O seu sonho era defender a gente
que num banco de réu se sentasse,
fosse rica ou pobre fosse.
"Vou defender quem precisa", pensava, todo a vibrar.
era preciso estudar e a Coimbra rumou.
Um curso de Direito concluiu.
E lá conheceu a mulher que desposaria.
E a todos defendia com a voz da emoção.
as lágrimas a atravessá-lo, quantas vezes as sustinha.
O casamento falhado. Mal amado, vivia.
A desventura sofreu com sabedoria.
Só o tempo das férias lhe dava um certo consolo:
podia voltar à aldeia, aos pais, aos irmãos...
Buscava o amor e a paz que não tinha em sua casa.
Velho e doente, regressa a Alcantarilha.
poucos meses lhe restam. É a hora. A morte espreita.
Definitivo regresso.
A paz de espírito nasce
e na aldeia amada repousa, enfim.
Teresa Ferrer Passos/Teresa Bernardino
segunda-feira, 4 de outubro de 2021
DIA DE S. FRANCISCO DE ASSIS













