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sexta-feira, 25 de abril de 2014

Os partidos políticos, hoje


Ontem, na Rádio Renascença, o senhor Professor Marcelo Rebelo de Sousa no máximo! Uma excelente exposição crítica sobre os partidos políticos, numa discursividade torrencial que inunda todos os campos. O que atemoriza, o que, sem dúvida, tem amedrontado os seus correligionários do PSD, a começar, talvez, pelo actual Primeiro-Ministro. A sua estatura política silencia a normalidade socio-política do país actual. A moda são as frases curtas, todos a falar ao mesmo tempo, ninguém a expor o saber que sabe. Parece que agora quem não faz assim... exclui-se pura e simplesmente. Mas continue como é, porque o Povo é a estes que escuta.

25/4/2014

                                                    Teresa Ferrer Passos

domingo, 19 de janeiro de 2014

O presente envenenado do PSD

O PSD decidiu submeter a referendo uma lei que a Assembleia da República já tinha aprovado na generalidade, a lei da coadopção por casais homossexuais, o que está a ser visto como um “presente” a todos os defensores da moral tradicional. O que as pessoas parecem esquecer, quer os políticos, quer os comentadores, é que não se vai referendar apenas a coadopção, mas também a própria ADOPÇÃO PLENA por casais homossexuais, que não fazia parte da lei já aprovada na generalidade, nem se previa que pudesse vir a ser aprovada tão cedo, pelo menos não nesta legislatura. O “presente” do PSD não será antes um presente envenenado?


Fernando Henrique de Passos

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Universidade de Verão do PSD


VOZES NA UNIVERSIDADE DE VERÃO DO PSD
em Castelo de Vide

“Qualquer responsável tem que estar muito atento porque a prova de civismo da população tem sido enorme, há manifestações sempre com uma ordem exemplar em relação ao resto da Europa, mas tem que se pensar neste ponto: a fadiga tributária é um facto que não pode ser ultrapassado”.
Adriano Moreira (Especialista em Política Internacional)
28/8/2012

“Quando há um programa de ajustamento, há sempre oposição. (…) Há sempre interesses estabelecidos a opor-se”. Quem governa sob um plano de ajustamento tem de conseguir decidir com “verdade e determinação", "independentemente da gritaria".
António Borges, (Economista)
29/8/2012