Mostrar mensagens com a etiqueta Rei dos Reis. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Rei dos Reis. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 20 de julho de 2015

A persistência das imagens na retina

Jardim da Fundação Gulbenkian

Jardim assim frondoso,
Jamais o esquecerei.
Não sei se havia água
Contudo ouço-a correr.
Não sei se era no céu
Mas vejo tudo azul.
Não sei se eras princesa
Mas vejo-me correndo
Pisando nuvens leves
Macias como seda
Entrando num castelo
Subindo escadarias
Mais altas do que a lua
Entrando numa sala
Tão vasta como o mundo
Caindo de joelhos
Pedindo a tua mão
A qual foi concedida
(Jamais o esquecerei!)
Por mais do que algum Rei –
A bênção de te ter
Foi graça recebida
Do próprio Rei dos Reis!


20/7/2015

                        Fernando Henrique de Passos

domingo, 20 de outubro de 2013

Agora já falta pouco



Entremos nesse bosque
O chão é fofo
A luz abre arestas de prazer no ar vibrante
O doce cansaço das árvores contagia
O som de um regato brincalhão distrai o tempo
Que então se esquece de passar
Entremos nesse bosque
Clarividentes
Esperando o Rei dos Reis
Que em breve vai chegar

19/10/2013

(Poema inédito)

                            Fernando Henrique de Passos