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quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Ramalho Eanes, o 25 de Novembro e o Prémio Internacional da Paz

O Presidente da República Ramalho Eanes na Posse do 1º Governo
Constitucional (1976), chefiado por Mário Soares 

Como diz o general Ramalho Eanes "momentos fracturantes não se comemoram, recordam-se". Porque são momentos fracturantes há que recordá-los como momentos exemplares de dignidade e justiça cívicas.

Na verdade, as comemorações ficam-se só por um folclore exterior e é como uma festa em que depois de se deitarem foguetes, os ares se silenciam. O 25 de Novembro foi uma data que repôs o estado de direito em Portugal, que quase sossobrava. Que todos o recordem em silêncio, pois o merece.

Lembremos, hoje, Ramalho Eanes porque receberá, (precisamente no dia em que faz anos ter chefiado um movimento de reposição em Portugal da ordem democrática instaurada em 25 de Abril de 1974), o Prémio Internacional da Paz (o mais prestigiado do continente asiático e que se destina a distinguir personalidades que em todo o mundo se destacam em diversas áreas da sociedade).

O Prémio é-lhe atribuído em Manila, capital das Filipinas. Este Prémio da Paz da Ásia corresponde ao Prémio Nobel da Paz da Europa.

25 de Novembro de 2015
                                                       Teresa Ferrer Passos